Da nascente ao estuário
Uma bacia hidrográfica é todo o terreno cuja água da chuva escoa para o mesmo rio, limitada pelas cristas que formam o divisor de águas. A água começa numa pequena nascente na montanha, recebe afluentes, serpenteia por uma ampla planície de inundação e por fim mistura-se com a água salgada no estuário.
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A água dilui o líquido azul -
Cristais de gelo numa nuvem fria -
Ondas vermelhas longas, ondas azuis curtas
Na imagem
- A crista da serra — o divisor de águas que separa esta bacia da vizinha.
- A nascente na fenda coberta de musgo — o ponto onde a água subterrânea aflora e o curso de água começa.
- O banco de cascalho na confluência — onde os afluentes se juntam ao canal principal e o caudal aumenta.
- O banco de areia no interior do meandro — depósito formado onde a corrente perde velocidade.
- O lodaçal do estuário — onde o rio encontra a maré e larga os sedimentos mais finos.
Exemplos
- A chuva que cai no teu telhado vai para a caleira, depois para uma sarjeta e depois para um ribeiro — o mesmo padrão de recolha em ponto pequeno.
- No Porto, o Douro perto da foz sobe e desce duas vezes por dia com a maré.
Para recordar
- É o relevo que define a bacia, porque as cristas decidem para onde corre a água.
- O caudal aumenta para jusante a cada afluente, e o sedimento assenta onde a corrente abranda.
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Três perguntas sobre esta lição. Ela saiu da semana de acesso livre, por isso o quiz é para assinantes.
Pelo menos uma nova lição ilustrada de segunda a sexta-feira para o ano do seu filho, com o respetivo quiz e um lembrete às 18:15.
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